Tudo o que sou
Com este blogue pretendo debater inúmeros assuntos com que os seres humanos se deparam no seu dia a dia e também relatar experiências pessoais.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Começo
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Hoje
terça-feira, 15 de junho de 2010
"A aparência vai tomando conta até da vida privada das pessoas."
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Permanente.
Não sei porque é que ainda perco tempo em acreditar nas tuas falsas palavras, nas tuas tretas... Em tempos foste de facto meu amigo, agora? Agora sou uma boneca de trapos nas tuas mãos e a culpa é minha. Não queria gostar de ti como gosto. Não queria sentir-me tão bem como me sinto. E aquilo que estava inacabado, acabou por ficar por aqui... Dia 4 de Maio de 2010. Acabou. Dois anos que se foram apenas com palavras de merda. Um passado que se foi... Este sentimento estúpido e inútil que tenho por ti, acabará por se desvanecer. Acabará por desaparecer num abrir e fechar de olhos. De facto dói-me, partiste-me o coração, o meu já lesionado coração... Mas fizeste bem, por mais porcaria que faças eu volto sempre para ti, ou melhor voltava. Sei que também fiz muitas coisas, mas lamento, não sou a tua cadelinha de estimação. Sou uma pessoa, com sentimentos. Muito diferente de uma boneca de trapos ou mesmo uma cadela. Custa-me que sejas assim, custa-me que me uses para satisfazer as tuas necessidades básicas. Mas não quero mais isto. Chega. Não posso mais... A realidade é que nunca consegui recuperar do que se passou e tentei refugiar-me noutras coisas. Mas acabei por fazer pior, por ficar ainda mais na merda. Não te acuso de nada, senão de me mentires e de me fazeres acreditar em coisas que nem tu sabes o que podem provocar em mim. Aquelas conversas do "quero-te", do "também tenho esse restinho", do "quero estar contigo" acabaram. Tudo acabou. Não quero falar contigo, quanto mais ver-te. Até pode ser que algum dia te apercebas que perdeste uma amiga ou alguém que gosta mesmo de ti, mas meu querido, vai ser tarde demais. Não quero receber sms tuas. Não quero que te intrometas jamais na minha vida, no meu presente. Vai-te!quinta-feira, 22 de abril de 2010
Mensagem Recebida.

terça-feira, 20 de abril de 2010
Sentimentos.
Toda a nossa vida é feita de sentimentos. Até porque sem eles não seríamos de facto humanos, visto que uma das coisas que nos distingue dos animais é essa capacidade de gostar ou não. E são esses sentimentos que fazem com que possamos ir mais além na nossa condição de vida enquanto seres mortais.
No entanto, partilhar esses sentimentos com alguém é uma das mais belas coisas. Porque afinal, como seres dependentes do outro que somos, sentimos necessidade de partilhar o que de facto experimentamos com o outro.
Não é a intesidade do que sentimos que nos faz sentir superiores, que nos faz sentir que por um momento não somos apenas mortais, mas sim a sua duração. É maravilhoso amar-mos alguém e sentirmo-nos amados, é belo podermos partilhar a alegria do momento com alguém que nos é próximo. Não há nada mais belo que um genuíno sentimento.
Não devemos portanto julgar as pessoas pelo que sentem, porque afinal cada pessoa sente o que sente por razões que até pode desconhecer, mas sabe que o sente.
Por vezes, acabo por me deixar levar demasiado por diferentes sentimentos, entusiasmo-me demais. Mas esse entusiasmo acaba por me sufocar, mesmo que seja por meros segundos. Fico asfixiada na essência de um sentimento patético e infeliz.
E assim, acabo por me distanciar do que de facto interessa. A felicidade.
Apesar de momentênea, é importante. Porque sem ela não conseguimos pôr de lado o fado... Ao qual estamos tremendamente destinados.
